
José Pedro Haroldo de Andrade Figueira
Gosto das pessoas simples. Admiro seu jeito acolhedor, transparente e autêntico de ser. Na companhia delas fico inteiramente à vontade para trocar ideias, discutir os acontecimentos do cotidiano, falar das coisas da vida enfim, convicto de que quem dialoga comigo me escuta com atenção. E a recíproca é verdadeira.
Gente com essa característica não leva jeito para fingir. Isso a deixa como um corpo estranho dentro uma sociedade competitiva e teatral, onde boa parte dos membros procura esconder sua verdadeira personalidade, talvez receosa de, ao revelar quem realmente é, expor também fragilidades que possam arranhar-lhe o prestígio social. A encenação toma conta, então, dos relacionamentos interpessoais. Que o digam a farta distribuição de falsos beijinhos e a troca de sorrisos que mais parecem caretas.
Ser simples confunde-se com ser humilde. Humildade, porém, no sentido de modéstia, não de pobreza. É óbvio que entre os pobres encontram-se pessoas simples em maior número, mas estas existem, também, em outras camadas sociais. Gustavo Kuerten, o Guga, tenista tricampeão em Roland Garros, pela imagem que transmite em público, não parece alguém que dá muito valor a hábitos sofisticados.
Convivi com muitas pessoas com esse feitio. Como exemplos, cito meu sogro Armando Galúcio, seu Jacó Pinto ( o barbeiro) e Júlio Mouzinho (o Júlio Boto), os quais, infelizmente, não estão mais entre nós. Mas a lista é muito mais extensa e inclui nomes do mundo dos vivos também. Até por uma questão de espaço, torna-se impraticável relacioná-los todos, aqui.
A espontaneidade é mais um atributo dos homens e mulheres simples. Ela se manifesta de múltiplas formas. Pode estar presente na clareza e objetividade que determinado expositor imprime ao seu discurso, interessado tão somente em se fazer entender por quem o ouve. No ato de alguém dizer com franqueza aquilo que pensa quando convidado a emitir uma opinião. Ou, ainda, na sensibilidade daqueles que valorizam as coisas que existem na natureza, percebendo encantos mesmo entre as mais singelas. Tenho, a propósito, pela ordem, alguns casos a relatar.
Conciso e didático nas suas homilias, o padre da igreja que frequento esforça-se em facilitar a compreensão dos textos bíblicos, mais ainda quando a reflexão recai sobre temas difíceis. Recentemente, ao discorrer sobre a Santíssima Trindade (assunto dos mais complexos, até porque a ideia de Deus ao mesmo tempo uno e trino contraria a racionalidade e só faz sentido à luz da fé) deu uma definição do mistério sagrado que, pelo menos a mim, agradou. Ei-la resumidamente: o Pai é o amante, o Filho o amado e o Espírito Santo o amor. Menos complicado, não?
Por volta do final da década de 1960, a Universidade Federal Fluminense instalou um campus avançado em Óbidos. Bimestralmente, um avião da FAB pousava no aeroporto da cidade para deixar e levar de volta equipes de professores, pesquisadores e alunos pertencentes àquela instituição de ensino. Em dias de folga, o passatempo preferido dessa gente era passear pelas matas, e navegar pelos rios e lagos da região. Deliciavam-se com essa atividade diferente.
Como bom anfitrião que era, Ary Ferreira (de saudosa memória) resolveu um dia convidar alguns desses acadêmicos para visitar o Retiro da Fonte, a aprazível fazenda de sua propriedade. Na programação, pesca de tucunarés no lago Mamauru. Presentes ao evento, também, amigos como seu Antônio Souza (Antônio Padeiro), homem batalhador, muito estimado na comunidade (aproveito para registrar que o pão que fabricava de modo artesanal foi o mais gostoso que já saboreei). Enquanto o restante do pessoal deleitava-se com a experiência (inusitada para os cariocas) de capturar os peixes, assá-los frescos ali mesmo na beira da praia, servi-los nas pás dos remos e levá-los à boca com o auxílio direto e exclusivo das mãos, seu Antônio, segurando um copo de cerveja, assistia a tudo sentado à mesa devidamente arrumada que o Ary mandara colocar debaixo de uma mangueira.
De repente, um professor eufórico aproxima-se e comenta: – estou adorando! Puxa, que coisa mais divertida! Nunca me imaginei comendo um peixe à moda dos nativos, sem mesa, sem toalhas, sem pratos, sem talheres, ainda mais acompanhado de uma cachacinha esperta! Existe coisa melhor, seu Antônio? O que o senhor acha? Seu Antônio, um tanto embaraçado, respondeu: – desculpe doutor, não me leve a mal, mas eu prefiro comer o peixe, confortavelmente, servido em uma mesa com esta e, se possível, bebendo uma cerveja gelada. E justificou em seguida - é que isso que o senhor está fazendo hoje por vontade própria, eu já fiz muito, só que por necessidade.
Certa vez quis presentear minha mãe. À época não havia no comércio muitas variedades de artigos para presentes e a alternativa mais viável era comprar um corte de tecido nas Casas Pernambucanas. Na tentativa de agradá-la plenamente, indaguei-lhe se queria o pano liso ou estampado. Ela preferiu a primeira opção. Insisti na definição da cor. Sugeriu que fosse amarelo. Continuei inquirindo para saber se queria na tonalidade mais fechada ou mais aberta. Ficou momentaneamente pensativa e em seguida falou: - olha meu filho, tu sabes que tudo o que me deres, não importa o que seja ou como seja, me deixará feliz, mas, já que insistes, traz da cor da flor do algodão. Conferi antes e escolhi um amarelo suave, de matiz intermediário. Pelo brilho do seu olhar e pelo sorriso que abriu ao receber o mimo, senti que gostou.
Natal, 16 de junho de 2012
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Data / Hora:
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06/09/2012 12:18:49
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Nome:
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Haroldo Figueira
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E-mail:
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haroldofigueira@uol.com.br
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Cidade:
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Natal (RN)
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Comentário:
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Caro Edilberto, não estou lembrado do autor da observação. Quem foi? Um abraço.
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Data / Hora:
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01/09/2012 02:21:16
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Nome:
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edilberto bentes galucio
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E-mail:
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ebgalucio@oi.com.brb
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Cidade:
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belem pa
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Comentário:
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haroldo , haroldo picanço,edilberto galucio andando por uma rua de obidos, tranquilos, sem nenhum cuidado com medos de repente ouvem: " voces já estão indo no rumo" voce se lembra compadre?
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Data / Hora:
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26/08/2012 02:25:31
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Nome:
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Antonio Eduardo de Andrade Figueira
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E-mail:
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eduardoafigueira@gmail.com
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Cidade:
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Natal
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Comentário:
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Mano,
Faço minhas as palavras do Célio "lembrando de pessoas que foram e ainda são nossas referências. " As palavras do Podalyro " Esta crônica me transportou para um passado muito feliz que vivemos na nossa inesquecível Óbidos". Das palavras do Tóia "conseguimos recordar de obidenses ilustres e amigos. Ary Ferreira ( sempre de bem com a vida ) e Antônio Padeiro ( jamais ouvi de sua boca palavras tristes; sempre de astral elevadíssimo). E por último, das palavras do Jorge se referindo a nossa amada e inesquecível flor " Um corte com a tonalidade da flor, para uma Flor de Senhora".
Ai está um resumo mínimo do carinho que eles e nós temos dessas e outras pessoas não citadas, até porque seria impossível, que foram responsáveis diretos, através da simplicidade e do exemplo, contribuíram sobremaneira à formação de uma geração vencedora, diferente do que ocorre atualmente, principalmente no tocante as drogas.
Por fim, mano, parabéns! Você é um verdadeiro artista na arte de unir as letras, dar sentido e brindar a todos com escritos maravilhosos.
Faço votos que esse seu dom também seja usado para narrar às belezas (palavras) do nosso Criador e, dessa forma, fazer a Vontade Dele – Evangelizar.
Que o Senhor abençoe a todos nós.
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Data / Hora:
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05/07/2012 10:41:59
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Nome:
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Haroldo Figueira
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E-mail:
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haroldofigueira@uol.com.br
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Cidade:
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Natal (RN)
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Comentário:
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Meu caro Célio,
Mais que uma honra, tê-lo entre os meus leitores é um privilégio. Obrigado pelas referências elogiosas. Um abraço.
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Data / Hora:
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04/07/2012 01:25:15
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Nome:
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Célio Simões
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E-mail:
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celiosimoesadv@gmail.com
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Cidade:
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Belém
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Comentário:
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Um texto suave, comovente, lembrando de pessoas que foram e ainda são nossas referências, num tempo distante porém saudoso de nossas vidas. Parabéns pela sensibilidade que nos torna seus cativos leitores.
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Data / Hora:
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02/07/2012 10:03:49
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Nome:
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Haroldo Figueira
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E-mail:
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haroldofigueira@uol.com.br
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Cidade:
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Natal (RN)
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Comentário:
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Caro Otávio, você disse tudo. Da minha parte, resta acrescentar que ter privado da amizade e da agradável companhia dessas pessoas representou para mim um enorme privilégio. Obrigado e um abraço.
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Data / Hora:
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01/07/2012 01:32:59
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Nome:
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Otávio Figueira
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E-mail:
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otavioxapury@uol.com.br
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Cidade:
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Manaus
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Comentário:
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Mano Haroldo, por meio de tua romântica crônica conseguimos recordar de obidenses ilustres e amigos. Ary Ferreira ( sempre de bem com a vida ) e Antônio Padeiro ( jamais ouvi de sua boca palavras tristes; sempre de astral elevadíssimo). Como bem evidenciou o nosso amigo João Canto, não podemos esquecer jamais essas passagens maravilhosas de obidenses que, a seu modo, deixaram algo de muito importante para seus filhos e amigos: ética, coerência, honradez e respeito. Parabéns pelo artigo!
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Data / Hora:
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30/06/2012 09:54:24
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Nome:
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Haroldo Figueira
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E-mail:
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haroldofigueira@uol.com.br
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Cidade:
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Natal (RN)
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Comentário:
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Luana, minha filha, fico feliz por você ter gostado do que escevi. Um beijo.
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Data / Hora:
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28/06/2012 12:36:51
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Nome:
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Haroldo Figueira
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E-mail:
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haroldofigueira@uol.com.br
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Cidade:
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Natal (RN)
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Comentário:
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Oi, Podalyro, que grata surpresa! Faz tanto tempo que não nos vemos, nem conversamos, hein? Estou à sua disposição amigo. Certamente falar dos velhos tempos (e dos novos, também, por que não?) com você me deixará muito feliz. Até breve!
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Data / Hora:
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28/06/2012 06:38:47
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Nome:
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Luana
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E-mail:
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luanagaf@bol.com.br
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Cidade:
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Natal
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Comentário:
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O senhor tem o dom de fazer-nos viajar até o tempo e lugar tão bem descrito e escrito no seu texto!!
Beijos
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Data / Hora:
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28/06/2012 05:52:52
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Nome:
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João Canto
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E-mail:
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jjfcanto@gmail.com
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Cidade:
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Belém
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Comentário:
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Parabéns mais uma vez pelo artigo!
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Data / Hora:
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27/06/2012 11:59:12
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Nome:
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Haroldo Figueira
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E-mail:
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haroldofigueira@uol.com.br
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Cidade:
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Natal (RN)
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Comentário:
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Obrigado, Jorge Ary, pelas gentis palavras que me dirigiu. Um abraço.
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Data / Hora:
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27/06/2012 01:54:41
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Nome:
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Podalyro Amaral de Souza
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E-mail:
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podalyro@usp.br
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Cidade:
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São Paulo SP
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Comentário:
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Esta crônica me transportou para um passado muito feliz que vivemos na nossa inesquecível Óbidos. Precisamos marcar um bate-papo nostálgico. Podalyro
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Data / Hora:
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26/06/2012 12:51:18
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Nome:
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João Canto
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E-mail:
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jjfcanto@gmail.com
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Cidade:
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BELÉM
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Comentário:
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Olá Haroldo, excelente texto. É muito bom contar com seus escritos no site,assim, a memória e a história do povo bidense fica registrada para sempre. Abraços.
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Data / Hora:
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26/06/2012 08:57:19
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Nome:
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Haroldo Figueira
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E-mail:
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haroldofigueira@uol.com.br
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Cidade:
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Natal (RN)
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Comentário:
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Grande Fernando, saudades! Saber que você se inclui entre os meus leitores muito me honra e envaidece. E me estimula também. Um abração!
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Data / Hora:
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26/06/2012 08:52:46
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Nome:
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Haroldo Figueira
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E-mail:
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haroldofigueira@uol.com.br
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Cidade:
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Natal (RN)
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Comentário:
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Obrigado, João! Escrever sobre Óbidos e os obidenses ajuda a matar as saudades. Retribuo com prazer seus abraços.
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Data / Hora:
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26/06/2012 08:46:56
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Nome:
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Haroldo Figueira
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E-mail:
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haroldofigueira@uol.com.br
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Cidade:
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Natal (RN)
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Comentário:
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Querida Layse, que bom que você gostou! Um abraço e obrigado.
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Data / Hora:
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26/06/2012 02:53:52
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Nome:
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Fernando Sousa
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E-mail:
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f.sousa1000@uol.com.br
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Cidade:
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belém - pa.
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Comentário:
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Já estou enfileirado entre os apreciadores de tuas crônicas, pois trazem leveza e história.Por favor, não te cansa.
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Data / Hora:
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25/06/2012 04:24:30
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Nome:
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Layse Ferreira
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E-mail:
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layseferreira@uol.com.br
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Cidade:
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Saquarema - RJ
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Comentário:
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Lindo texto! Fechei os olhos e voltei no tempo...
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Data / Hora:
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25/06/2012 02:34:07
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Nome:
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Jorge Ary Ferrreira
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E-mail:
|
aryjorgef@hotmail.com
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Cidade:
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Óbidos Pa.
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Comentário:
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Um corte com a tonalidede da flor, para uma Flor de Senhora.
Parabens Haroldo, Lindo!
Jorge Ary
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