Já no início do século XX, Óbidos teve como residente o agrimensor francês Paul Le Cointe, autor do livro L’ Amazonie Brasilienne, publicado em 1920, uma das fontes mais precisa de dados sobre a cidade ainda que nem sempre lisonjeiros. Depois de tecer comentários sobre a localização e o bom clima da cidade, relata a dificuldade em encontrar um alojamento confortável pela falta de hotel e a escassez de gêneros alimentícios. Pela localização do porto e por tá em região de riqueza naturais, Óbidos deveria tornar-se o centro comercial de maior importância entre Belém e Manaus, porém o próprio Le Cointe diz que a cidade se deixara a sobrepujar por Santarém.

A Parte 2.2 do Livro "Arquitetura Obidense" de Jussara Derenji trata Da perda da liderança regional de Óbidos durante o O século XIX, leia...

O livro da Profa. Jussa Derenji, ÓBIDOS, Caderno de Arquitetura I, inicia uma série denominada "Arquitetura na Amazônia" e o número um, fala sobre Óbidos. A publicação neste site foi devidamente autorizada pela autora.
A Parte 2 do Livro Arquitetura Obidense trata da Evolução do Sítio Urbano, leia...
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