SEG30052016

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Professora Santana Candidata a melhor docente do ensino básico paraense

Texto de João Nascimento sobre a obidense Ana Ayres do Amaral, a professora Santana, nasceu em Óbidos em 26 de julho de 1923, no dia que se comemora a festa de Nossa Senhora Santana, a padroeira dos obidenses. Por causa desse fato, ela passou a ser conhecida como Santana em toda a cidade.

PROFESSORA SANTANA: Candidata a melhor docente do ensino básico paraense

POR  NASCIMENTO, J.B. *

“A perspectiva psicológica é muitas vezes suficiente para psicólogos que usam parte da teoria de Piaget para estudar crianças.  Para educadores, entretanto, este ponto de vista é tão limitado e pode resultar numa má aplicação da teoria. Educadores precisam ir além da perspectiva psicológica da teoria de Piaget para compreender as idéias sobre a natureza do conhecimento e o mecanismo do desenvolvimento”.

Kamii, C. e Devries, R. – Piaget para a Educação Pré-Escolar, 2ª Ed. Artes Médica, P. Alegre/RS, 1992

INTRODUÇÃO

Qualquer reflexão em educação no Brasil nos traz sabores dos mais amargos. O principal é que ao longo do tempo, o qual inexoravelmente teima em avançar, não há nada que caracterize evolução disto em condições sequer de acompanhar esse tempo, quando educação tem por função colocar o país até à frente deste. Ou seja, educação só se qualifica quando coloca contingente populacional significativo em condições de acompanhar o seu tempo e com boas aberturas para que muitos rompam indo além desse tempo. Isso diz que o caso brasileiro é de profundo atraso por ficar penoso mesmo que apenas acompanhar e tende, ao invés de valorizar mais, alijar até da história os que conseguiram ir além. E quase nada disto precisa de comprovação mais do que há em aspetos da formação docente e em área básica como matemática.

Essencialmente após Primeira Guerra, iniciou-se no Brasil formação docente com Curso Normal que, embora mergulhando no discriminatório direcionando-o para mulher, consistia numa formação centrada no alfabetizar, composto com alguns valores imprescindíveis, com exceção do salário, e possível de evoluir. O valor principal nisto sempre foi aprender a aprender, portanto, proporcionava o fundamental para atuar na sala de aula e crescer nos estudos à medida que fosse atuando.

A ditadura de 64, e mais recrudescimento de mentalidade já reinante, como parte da falsa construção de país grandioso apregoou que docência seria inapropriada sem diploma dito superior e promoveu um profundo preconceito contra curso normal, quando o real motivo era não valorização docente por querer contratar com esse tipo de diploma pagando, o que sempre foi pouco, praticamente o mesmo salário. E tudo era tão falso que a ação de maior gasto que implementaram como educação para o povo, MOBRAL - Movimento Brasileiro de Alfabetização -, resumia-se numa cartinha e qualquer um tido por alfabetizado, seja como isso fosse, poderia ser docente. Porquanto, nem obrigatoriamente ter feito curso normal era exigido [1-5].

E um pequeno informe  atual desse desastre é o seguinte (g.n):

Na educação infantil, 43,1% dos docentes não têm curso superior. Nos anos iniciais do ensino fundamental, o percentual é 31,8% e, nos anos finais, 15,8%. No ensino médio, o índice cai para 5,9%. “A qualificação dos professores é uma grande barreira para garantir a oferta de uma educação de qualidade aos estudantes brasileiros”, diz a publicação. [6]

Por mais bem qualificado, mesmo se fosse, mas não é o caso [7-8], pouco pode fazer docente do Ensino Médio quando na base o desastroso se fez presente. Ou seja, frutificou essa ideologia macabra de que é possível fazer o mais sem ter o menos e, portanto virou método para todas as construções políticas. Logo, não é por acaso que universidade pública como a UFPA ter auditórios dos mais luxuosos do mundo [9], inaugurados na gestão do ministro Fernando Haddad (PT), quando nunca teve alojamento estudantil e biblioteca com acervo de algum valor.

Tudo isso vai muito além do escárnio educacional, construíram mentalidade mais profunda que potencializa destruir qualquer um e as suas maiores vítimas sempre serão os estudantes geniais. Portanto, haver exemplar que destoa de tudo isso merece ser comentado, referenciado e incentivar mais pesquisa.

UM POUCO DA TRAJETÓRIA DA PROFESSORA ANA AYRES DO AMARAL (Óbidos,   26 de julho de 1923     -    )

PROFESSORA SANTANA

“Naquele reino cinzento

Veio a pomba bater asas

Contra muros de cimento”.

Cecília Meireles (1901-1964)


Reproduzo texto que recebi por e-mail de Ademar do Amaral, engenheiro e um dos filhos da Professora Santana.

Filha do português José Cardoso Ayres, farmacêutico de profissão e de Ana Michilles Ayres, natural da cidade de Maués, Ana Ayres do Amaral, a professora Santana, nasceu em Óbidos em 26 de julho de 1923, no dia que se comemora a festa de Nossa Senhora Santana, a padroeira do lugar. Por causa desse fato, ela passou a ser conhecida como Santana em toda a cidade.

Fez o curso fundamental em Óbidos, no Colégio São José, das irmãs Clarissas, tendo sido também aluna do celebrado professor José Barroso Tostes. Em 1936, com a irmã Maria e o irmão Manuel Ayres foi continuar os estudos na cidade de Manaus, onde prestou exame de admissão ao ginásio no Ginásio Amazonense Pedro II. Após cursar a primeira série ginasial, no Pedro II, falou mais alto sua vocação para o magistério e ela pediu transferência para a Escola Normal São Francisco de Assis, na qual recebeu o grau de Professora Normalista, em dezembro de 1942, sendo escolhida pelos colegas como oradora da turma no dia da formatura.

Professora Normalista, Ana Ayres do Amaral, agora professora Santana, voltou a Óbidos para começar sua carreira no magistério e, em 1943, foi nomeada pelo então governador do Estado do Pará, Magalhães Barata, para lecionar no Grupo Escolar Dr. Corrêa Pinto. Foi assim que, aos 19 anos ela começou uma dedicada carreira no magistério, começando com uma turma da segunda série primária.

Em 1947 a professora casou com o fazendeiro Areolino Araújo do Amaral e foi morar no lugar chamado Paraná da Dona Rosa, mas não deixou de lado sua vocação, tendo fundado e dirigido por muitos anos a Escola Estadual Isolada Mista São Braz, através da qual alfabetizou várias gerações de ribeirinhos. Do casamento nasceram os filhos Ademar Amaral, graduado engenheiro, e José Amaral, cirurgião dentista. A educação dos filhos obrigou a professora largar sua escola do interior por uns tempos, transferindo-se para a capital, onde continuou sua carreira no magistério, nos grupos escolares Dr. Freitas e Vilhena Alves.

Ainda na época de professora em Óbidos, como o salário era pouco, a professora Santana resolveu abrir na própria residência uma turma de reforço na parte da tarde. Nessa turma, ainda criança, foi aceito o aluno Constantino Menezes de Barros que a frequentou pelo período de um ano e deixou a professora Santana muito impressionada pela sua fulgurante inteligência e forte tendência para as ciências matemáticas. Eis o depoimento da professora Santana sobre esse aluno diferenciado: Constantino era uma criança muito inteligente e logo percebi que ele merecia uma escola especial para esse tipo de criança com QI muito acima dos demais. Era vivo, esperto e várias vezes ele corrigia os alunos maiores da 4ª. Série, principalmente nas lições de tabuada e nas quatro operações fundamentais da matemática. Quando havia dúvida entre os alunos, logo eu ouvia aquela voz com um “eu xei, eu xei professora”. Ia para a lousa e resolvia a conta com muita facilidade. Portanto, pelo menos pra mim não houve surpresa sobre o que aconteceu depois na carreira de inteligente menino que, desde tenra idade já revelava suas qualidades de gênio e é motivo de orgulho para todos os seus conterrâneos.

Fica claro que a decisão de fazer Curso Normal foi desta em função da sua vocação. Esse é o dado mais relevante, posto que, pesquisas atuais detectam uma quantidade robusta cursando, o que também nunca houve no Brasil, licenciatura sem que isso seja fruto de qualquer da vocação [10, 11].

A então agora Professora Santana cresce logo exponencialmente em docência por retratar soberbamente a situação econômica desses por precisar complementar renda e faz isso arranjando mais alunos, sendo o mais comum em tais casos aparecer opção que implique largar sala de aula. Isso é incentivado em universidade pública até pelo MEC e alguns acabam achando verdadeiros rios de bonanças. De fato, o mais comum é depois de vários anos de estudos e conseguir cargo de docente, repentinamente se descobrir assaz especialista em algo bem longe de sala de aula, desde que não perca o cargo e nem os benefícios da carreira.

Essa segue continuamente crescendo quando necessitando ir para onde não há escola, motiva essa vir até ela e, consequentemente, para toda comunidade. E não preciso de nenhuma foto para perceber a alegria das primeiras crianças ribeirinhas chegando nessa escola e nem do palpitar do coração da Professora Santana nesse momento, pois são os sinais mais eternos do rebento educação. E tudo guarda valor fundamental por transparecer algo perdido no tempo, pois quem tiver acesso à internet pode verificar em [12] que isso vale como se fosse hoje. E para quem não, trata-se de foto de um barraco de palha na Cidade de Alenquer-PA com crianças pensando que estão numa escola quando tudo que há na sua frente é um vazio educacional e nada que se possa dizer por falta de recursos, pois nada neste país podemos (a)creditar ser por isso.

E duas contas que não sei fazer do quanto essa acresce, pois não há dúvida de quem os alfabetizou, são as seguintes:

- Ademar Ayres do Amaral (Óbido-Pa, 21/05/1948 - )  Engenheiro Civil (UFPA, 1967-72), Pós-Graduado em Engenharia Rodoviária (Convênio/DNER/UFPR/UFPA, 1977),  consultor sênior/ Sotreq S.A/ Caterpillar e Autor da obra  Catalinas e Casarões, ISBN 978-85-63312-27-3.

- José Ayres do Amaral – Cirurgião Dentista (UFPA, 1977), chefe do serviço odontológico do Tribunal de Justiça do Estado.


A Professora Santana atinge um ponto brilhante por ter sido uma das primeiras que ensinou o genial Matemático Constantino de Menezes Barros. Lembro que todo nasce assim, isso é porque essa o reconhece e abre espaço para que ele se desenvolva. E maia ainda, como é citado no Trabalho de Conclusão de Curso referido e base de [13], isso foi fundamental para que outros, como Manoel Valente do Couto, popularmente conhecido por Professor Manduca, fossem fazendo o mesmo. Eis o dado fundamental: docência tem que ser um ato de cumplicidade coletiva, obviamente só admissível no sentido que engradeça educação, pois cada docente é ponto de curva pela qual passará a vida escolar do educando.

Isso é da mais alta revelância, pois nem se fala mais que o ensino da matemática no Brasil é de nível vergonhoso, pois isto tudo quando é dado prova [14,15], mas que mata [16] e já  envolve o pavoroso, como mostra esse relato que consta em [17]:

¨Recentemente, uma colega, aluna do doutorado em Matemática  ¨pura¨ , em tom de lamento, contou-me que seu professor disse a ela e às suas colegas, todas professoras universitárias : ¨se vocês não entendem nem isto, então vão vender Avon¨

Porquanto, o relato acima é prova cabal de que pior do que haver falta dessa cumplicidade, o ensino da matemática no Brasil já exibe uma quantidade imensa de pontos nessa curva empurrando o educando para onde nem se sabe como ficará a vida deste.

CONCLUSÃO

O esperado é este servir de referência e homenagem para todo, especialmente docentes das séries iniciais, por ser o começo de tudo. Assim como, visa oferecer subsídio para trabalhos, como de Conclusão de Curso – TCC, de pesquisas, etc. O sonho é ter como uma espécie de álbum dos principais docentes paraenses, pelo menos, das séries iniciais. Pois, cada história de vida desta enriquece profundamente formação docente, portanto capaz de apontar belos caminhos trilhados e dos que precisamos andar mais.

E em homenagens a todos que estudaram com a PROFESSORA ANA AYRES DO AMARAL, conhecida por PROFESSORA SANTANA, e a todo que faz das primeiras lições dos números uma lembrança eterna, reproduzo  poema de Cecília Meireles que nos mostra, via conceitos de matemática, educação como tentativas de traçar algumas curvas que marquem a existência de um ser e nas quais este tenda sempre crescer.

COMENTÁRIO DO ESTUDANTE DE DESENHO

Entre o eixo e as pontas do compasso,

meu Deus, que distância  penosa,

que giro difícil, que pesado manejo!


É certo que a circunferência está pronta,

por toda a eternidade

aqui no imóvel parafuso do alto,

sonhada, prevista na perfeição total da auréola?


Meu Deus, meu Deus, é certo que só no caminho do traço

é que se vai assim de ponto em ponto,

de dor em dor, com medos  de começo e fim,

rodando cautelosamente?

POR  NASCIMENTO, J.B.

ICEN/MAT/UFPA, http://lattes.cnpq.br/5423496151598527

http://www.ufpa.br/beiradorio/novo/index.php/leia-tambem/124-edicao-93--abril/1189-novo-olhar-sobre-a-matematica

E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. , O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. , maio/13


REFERÊNCIAS

[1] BELLO, José Luiz de Paiva. MOVIMENTO BRASILEIRO DE ALFABETIZAÇÃO - MOBRAL. História da Educação no Brasil. Período do Regime Militar. Pedagogia em Foco, Vitória, 1993, Disponível em: <http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/heb10a.htm>. Acesso em: 18/05/2013.

[2]  MOBRAL, FRACASSO DO BRASIL GRANDE, Rose Saconi,  O Estado de S. Paulo, 08 de setembro de 2010, www.estadao.com.br/noticias/impresso,mobral-fracasso-do-brasil-grande,606613,0.htm,  acesso maio/13

[3] HISTÓRIA DA ALFABETIZAÇÃO DE ADULTOS: DE 1960 ATÉ OS DIAS DE HOJE,  Cristiane Costa Brasil,  Licencianda do Curso de Matemática, UCB, www.ucb.br/sites/100/103/TCC/12005/CristianeCostaBrasil.pdf, acesso 18/05/2013

[4] DESTINO: EDUCAÇÃO - EPISÓDIO 6 - BRASIL

http://www.youtube.com/watch?v=qhD1V1gqwP8, acesso maio/13

[5] EDUCAÇÃO BÁSICA

http://www.youtube.com/watch?v=-k6t1qhvEK8  , acesso maio/13

[6]  UNICEF APONTA DESCOMPASSO ENTRE ENSINO E REALIDADE DE ADOLESCENTES NO BRASIL, Mariana Tokarnia, Agência Brasil/EBC, 15/05/2013,

http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-05-15/unicef-aponta-descompasso-entre-ensino-e-realidade-de-adolescentes-no-brasil, acesso maio/13

[7] “SE TIVESSEM ME ENSINADO ISSO ANTES...”: UM ESTUDO SOBRE AS APRENDIZAGENS DOCENTES,  Vanda L. B. Gautério, Sheyla C. Rodrigues,  Zetetiké – FE/Unicamp – v. 20, n. 38 – jul/dez 2012,

www.fae.unicamp.br/revista/index.php/zetetike/article/view/4319/3877,acesso maio/13

[8] SP CONVOCA, PELA QUARTA VEZ, DOCENTES REPROVADOS EM PROCESSO SELETIVO , NATÁLIA CANCIAN,  02/03/2013, DE SÃO PAULO

www1.folha.uol.com.br/educacao/1239547-sp-convoca-pela-quarta-vez-docentes-reprovados-em-processo-seletivo.shtml, acesso maio/13

[9] CENTRO DE CONVENÇÕES BENEDITO NUNES,

www.ufpa.br/sbmnorte/coloquio/index.php?option=com_content&view=article&id=18&Itemid=5, acesso març/13

[10]  LEME, Luciana França. ATRATIVIDADE DO MAGISTÉRIO PARA O ENSINO BÁSICO: estudo com ingressantes de cursos superiores da Universidade de São Paulo. 2012. Dissertação (Mestrado em Educação) - Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2012. Disponível em: <http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48134/tde-03092012-151346/>. Acesso em: 2013-05-19.

[11] A CARREIRA DOS PROFISSIONAIS DO MAGISTÉRIO DO SISTEMA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE BELÉM (PA), Gutierres; Gemaque; da Luz, Jornal de Políticas Educaionais, N° 10, Agosto-Dezembro de 2011,  PP. 46–56,

www.jpe.ufpr.br/n10_5.pdf,  acesso maio/13

[12] BARRACO DE PALHA É ESCOLA EM ALENQUER, Blog do Jeso Carneiro, 5/9/2012, www.jesocarneiro.com.br/educacao-e-cultura/escola-santa-rita-ate-quando-esse-amem.html, acesso maio/13

[13] VIDA E OBRA DE CONSTANTINO MENEZES DE BARROS - I, blog Chupa Osso,  05 Maio 2013, www.chupaosso.com.br/index.php/obidos/educacao/2149-vida-e-obra-de-constantino-menezes-de-barros, acesso maio/13

[14] MATEMÁTICA E CIÊNCIAS NO PAÍS SÃO PIORES DO QUE NA ETIÓPIA, Veja Online, Educação, 11/04/2013,http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/matematica-e-ciencias-no-pais-sao-piores-do-que-na-etiopia, acesso ab/13

[15] O CONCEITO EM MATEMÁTICA E SEUS CONTEXTOS, Marisa Rosâni Abreu da Silveira,www.ufpa.br/npadc/gelim/trabalhos/SBEM%20o%20conceito%20em%20mat%20e%20seus%20contextos.pdf, acesso maio/13

[16] Opinião: Brasil mata seus matemáticos, www.todospelaeducacao.org.br/comunicacao-e-midia/educacao-na-midia/26830/brasil-mata-seus-matematicos/, acesso maio/13

[17]  A  CRÍTICA AO ENSINO DA MATEMÁTICA, Marisa Rosâni Abreu da Silveira, AMZÔNIA – Revista de Educação em Ciências e Matemática, V.2-n3-jul.2005/ dez.2005,V.2-n.4 2006/jun.2006,

www.ppgecm.ufpa.br/revistaamazonia/vol_02/v02_p01.pdf, acesso maio/13

[18] ALGUMAS MULHERES DA HISTÓRIA DA MATEMÁTICA (versão sem correção técnica), Nascimento, J.B., http://ciencianofeminino.blogspot.com.br/2012/04/algumas-mulheres-da-historia-da.html#links, acesso maio/13


[19] EPISTEMOLOGIA E EDUCAÇÃO: REFLEXÕES SOBRE TEMAS EDUCACIONAIS, Ivanilde Apoluceno de Oliveira, Monica Dias Araújo  e Vivianne Nunes da Silva Caetano,(Organizadoras), Belém-Pará , 2012,

http://paginas.uepa.br/mestradoeducacao/Downloads/Ebook/LIVRO%20EPISTEMOLOGIA%20E%20EDUCAO%20PDF%202.pdf, acesso maio/13

[20] A INCLUSÃO ESCOLAR DO PONTO DE VISTA DOS PROFESSORES: O PROCESSO DE CONSTITUIÇÃO DE UM DISCURSO, Hildete Pereira dos Anjos

Emmanuele Pereira de Andrade, Mirian Rosa Pereira, UFPA/ Marabá, www.scielo.br/pdf/rbedu/v14n40/v14n40a10.pdf, acesso maio/13



COMENTÁRIOS

Data / Hora:
29/04/2016 02:49:36
Nome:
Glenda do Amaral Ramos
E-mail:
glendaaramos@outlook.com
Cidade:
Manaus
Comentário:
Minha tão querida Avó descansa agora nos braços de Deus. Estamos todos tristes, mas temos a certeza que nos encontraremos no céu.

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